DEBATE: CÂMARA DA INDÚSTRIA E VESTUÁRIO DISCUTE A GERAÇÃO DE NEGÓCIOS PARA GARANTIR A QUALIDADE DO MERCADO

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Hoje o Minas Trend abrigou uma reunião de grande importância para o mercado, um debate em que empresários da Câmara da Indústria do Vestuário e Acessórios da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) que girou em torno da realização de ações e projetos que possibilitem fortalecer a indústria mineira da cadeia produtiva da moda.

Durante a reunião, o presidente da Fiemg, Olavo Machado Jr., chamou a atenção para a importância social das indústrias do setor. “As confecções mineiras geram 200 mil empregos no estado. Elas podem, cada vez mais, produzir com qualidade e dar condições melhores de vida e de consumo para boa parte da população”, disse. Para o presidente, a valorização do trabalhador é fundamental para o sucesso do mercado. Ele destacou o projeto do Sistema Fiemg com o estilista Gustavo Lins que tem como resultado a qualificação da mão de obra para a indústria.

O diretor do Senai Modatec, Jorge Peixoto, também participou da reunião e explicou sobre o trabalho com Gustavo Lins. Único sul-americano membro permanente da Câmara de Alta Costura da França, o mineiro formou 14 instrutores do Senai-MG para ensinarem a técnica de moulage – em que as peças de vestuário são criadas no manequim. Em 2012, os professores se tornaram aprendizes. Agora, irradiarão o conhecimento para cerca de 1,4 mil alunos até 2014, que se tornarão profissionais para a indústria mineira. “Lançamos neste ano o primeiro curso de modelista em moulage do estado”, comemorou Peixoto.

Na reunião, os empresários debateram ainda o projeto “Minas Veste Minas, Minas Veste Brasil”, lançado em abril pelo Sindicato das Indústrias do Vestuário de Divinópolis (Sinvesd). O presidente da entidade, Antônio Rodrigues Filho, apresentou os primeiros números levantados pela ação: o Brasil possui 120 mil lojas que vendem diferentes marcas e Minas Gerais tem entre 13 mil e 14 mil empreendimentos desse tipo. “Vamos mapear o mercado, para que a indústria mineira saiba exatamente para quem ele pode vender. E, claro, para que o comércio conheça nossas empresas”, explicou.

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